A manta da Ana está quase a terminar.
Nunca nada me custou a terminar como esta manta. Queria estar sempre a fazer nela. Entusiasma-me a sequência das cores, o pensar que a Ana se vai lembrar de tanta coisa sempre que olhar para ela.
Estou a acabar parte das cores. Como que a fechar um ciclo, para que outro se abra. Mas este novo ciclo já é todo começado por ela.
Ela sabe que está tudo nas mãos dela. E quer agarrar tudo. Consegui fazer uma filha com uma ânsia de vida extraordinária.
Sinto-a com a garra toda.
Tenho tanto orgulho nela! Na Ana! A manta está gira, mas a Ana, a dela força e cabeça da Ana dão-me mais orgulho!.... nada de confusões!
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